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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

No such thing...

O anúncio do show de John em São Paulo era ansiosamente esperado por mim (e pela maior parte dos fãs que não conseguiram ingresso para o Rock in Rio) e, quando aconteceu no dia 21 de maio, gerou todo tipo de expectativa e uma certeza: seria inesquecível!

Como se tornaria padrão depois dos shows, o Brasil teve tratamento especial: a divulgação foi com imagem da bandeira nacional e tudo que temos direito.

Quem não é fã nunca vai entender as próximas linhas, mas nós que temos esse prazer, entendemos muito bem!

Com a chegada do dia 19 de setembro, a minha expectativa pessoal era se ele tocaria a minha música! E quando falo ‘minha música’ é porque sempre foi a minha preferida. Provavelmente a primeira que ouvi de John, a que faz mais sentido pra mim, a que vou eternizar na pele em breve e a que me despertou pra ser fã do cara: NO SUCH THING!

Passei o dia buscando em todas as tags, seguindo todos os fãs que estavam na porta do hotel, que o encontraram no aeroporto, qualquer ser de luz que compartilhasse um momento dele em solo nacional.

Minha alegria foi gigantesca quando Gabe Simas (cuja música preferida também é No such thing!) postou em seu twitter que o John tocaria a ‘nossa música’ com os Meninos do Morumbi.

Fiquei aliviada e ainda mais ansiosa! O que John estaria planejando para aquele encontro? A hora tinha que passar rápido!!

Cheguei à Arena e, confesso, mal acompanhei o show do Phillip Phillips. (Desculpa, Phill, era ansiedade e emoção demais).

Quando finalmente as luzes se apagaram, e os Meninos do Morumbi apareceram quando ela foi acesa novamente, eu já sabia: No such thing viria! Seria a abertura!

As luzes se apagaram de novo e os primeiros acordes me fizeram chorar!

Qualquer palavra que eu diga sobre como me senti naquela hora não será fiel o suficiente.

Ele tava ali na minha frente, tocando a minha música, na minha cidade e era de verdade. Não era mais sonho, não era mais imaginação! Era real!

Ironicamente a primeira frase da música indicava isso: ‘Welcome to the real world’!


Obrigada, John, por ter me apresentado o mundo real, onde você existe e esteve aqui pertinho cantando a minha música!

Era isso.

KM

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Aquela foi de longe a mais cruel...

Esse meu lugarzinho tá ficando tão musical e eu to gostando muito disso!
É mais fácil demonstrar o que eu to sentindo através de música e eu não fico sem atualizar.
Aí vai mais uma...

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Me Adora
Pitty

Tantas decepções eu já vivi
Aquela foi de longe a mais cruel
Um silêncio profundo e declarei:
"Só não desonre o meu nome"
Você que nem me ouve até o fim
Injustamente julga por prazer
Cuidado quando for falar de mim
E não desonre o meu nome

Será que eu já posso enlouquecer?
Ou devo apenas sorrir?
Não sei mais o que eu tenho que fazer
Pra você admitir

Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber
Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber

Perceba que não tem como saber
São só os seus palpites na sua mão
Sou mais do que o seu olho pode ver
Então não desonre o meu nome

Não importa se eu não sou o que você quer
Não é minha culpa a sua projeção
Aceito a apatia, se vier
Mas não desonre o meu nome

Será que eu já posso enlouquecer?
Ou devo apenas sorrir?
Não sei mais o que eu tenho que fazer
Pra você admitir

Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber
Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber


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Poucos vão entender o motivo dessa música, enfim...
Era isso!